Perguntas frequentes

    • A 2º via do certificado poderá ser obtida diretamente com o fabricante do cilindro. O nome do fabricante está escrito na nota fiscal do kit que foi emitida pela oficina responsável pela instalação ou gravado no pescoço do cilindro em alta relevo.
       

    • Este equipamento é produzido a partir de tubos fabricados com aços especiais, sem soldas, que garantem a alta resistência do produto, capazes de suportar pressões de trabalho de 200 bar, a que estarão submetidos durante o abastecimento, transporte e armazenamento do gás.

      Para a transformação do tubo em cilindro é utilizado um processo de alta tecnologia. Este processo, consiste ao repuxamento giratório a quente das extremidades do tubo até que se forme um cilindro homogêneo por fusão do metal repuxado  sem a utilização de soldas ou adição de outros materiais, seguido de um tratamento térmico que lhe confere as propriedades de resistência mecânica.

      Para a fabricação dos cilindros é  exigido que o fabricante seja certificado por organismos governamentais, por exemplo Brasil (INMETRO), Argentina (ENARGAS), Estados Unidos (DOT), Canadá (TC) e outros, que periodicamente realizam inspeções para comprovar que a qualidade e exigências para o produto estão de acordo com as especificações de projeto e normas de fabricação que garantem que o produto pode ser utilizado com total segurança no armazenamento e transporte de gases a alta pressão.Para a liberação para o mercado consumidor, 100 % dos cilindros são ensaiados em presença de um órgão de inspeção independente que emite os relatórios dos ensaios realizados e os certificados de aprovação para os cilindros  que atendam as especificações de projeto  e normas de fabricação.Os relatórios dos ensaios e os originais dos certificados ficam arquivados com o fabricante por um período mínimo de 15 anos, cópia autêntica do certificado é enviada para o convertedor, que após a conversão do veículo entrega ao consumidor final.

      Durante a fabricação dentre outros ensaios são executados:

      No recebimento da matéria prima: contra análise do material, este ensaio verifica se a composição química do aço corresponde as especificações do projeto.

      Após tratamento térmico, de cada lote de fabricação (no máximo 200 peças) dois cilindros são separados para aplicação dos ensaios mecânicos, a saber: Um dos cilindros é submetido a uma pressão deverá ser maior ou igual a 2,3 vezes a pressão de trabalho do cilindro. No caso de cilindros para veículos 455 bar.

      Do outro cilindro são retiradas partes do material que são transformadas em corpos de prova para os ensaios de tração, impacto e dobramento.

      Testes de fabricação, em dos 100 % dos cilindros são aplicados os testes de dureza, ultrassom, hidrostático e vazamento:

      Teste de Dureza, é um dos testes utilizados para verificar a efetividade do trata mento térmico.

      Teste  Hidrostático, consiste em submeter o cilindro a 1,5 vezes a pressão de trabalho, para verificar o comportamento da expansão total  e permanente do cilindro, também serve para comprovar a efetividade do tratamento térmico.

      Teste Ultrassom, este teste verifica se existem descontinuidades  no corpo do cilindro e se sua espessura é maior que a mínima de projeto.

      Teste de Vazamento, consiste em submeter o cilindro a 1,5 vezes a pressão de trabalho verificando se existem vazamentos nos pontos de fechamento do cilindro.  

       

    • Solicitamos entrar em contato com um dos Organismos de certificação de produtos acreditado pelo Inmetro. A lista dos Organismos de Certificação encontra-se no link: http://www.inmetro.gov.br/organismos/resultado_consulta.asp

    • Solicitamos entrar em contato com um dos Organismos de certificação de produtos acreditado pelo Inmetro.

      A lista dos Organismos de Certificação encontra-se disponível no site do INMETRO no seguinte endereço: http://www.inmetro.gov.br/organismos/consulta.asp

    • .Solicitamos entrar em contato com um dos Organismos de certificação de produtos acreditado pelo Inmetro. A lista dos Organismos de Certificação encontra-se no link: http://www.inmetro.gov.br/organismos/consulta.asp

    • Para obter a certificação para embalagem para álcool é necessário entrar em contato com um dos Organismos de Certificação de Produto - OCP acreditados pelo INMETRO.

      A lista dos organismos encontra-se disponível no link: http://www.inmetro.gov.br/organismos/consulta.asp

    • Solicitamos verificar a regulamentação vigente na Portaria do Inmetro nº 400 de 2012 e na Portaria n.º 496, de 10 de outubro de 2013, disponíveis no link: http://www.inmetro.gov.br/legislacao/
      Para obter a certificação é necessário entrar em contato com um dos Organismos de Certificação de Produto acreditado pelo INMETRO. A lista dos organismos encontra-se disponível no link:http://www.inmetro.gov.br/organismos/index.asp / Clique em Organismos de Certificação Produtos – OCP.
      Para mais informações, favor consultar o guia do PBE-fogões disponível no link https://www2.inmetro.gov.br/pbe/pdf/orientacoes-PBE-fogoes-fornos-gas.pdf
      As tabelas de eficiência energética dos fornos e fogões a gás comercializados no Brasil encontram-se disponíveis no link: http://www.inmetro.gov.br/consumidor/pbe/fogoes.asp

       

    • Em resposta à sua consulta, informamos que o Inmetro regulamenta Eixos Veiculares por meio das Portarias Inmetro nº 13 de 10/01/2014 e Portaria Inmetro nº 420 de 26/08/2013.

      Para obter a certificação, solicitamos entrar em contato com um dos Organismos de certificação de produtos acreditado pelo Inmetro. 

      A lista dos organismos poderá ser obtida através do link: http://www.inmetro.gov.br/organismos/index.asp / Clique em Organismos de Certificação Produtos – OCP.

    • “Os requisitos que devem ser cumpridos por empresas que pretendem obter registro (concessão e renovação) junto ao Inmetro, para a realização dos serviços de instalação, substituição, retirada e manutenção de componentes de sistemas de gás natural veicular, estão estabelecidos na Portaria Inmetro n° 091, de 2007, que aprova o Regulamento Técnico da Qualidade (RTQ) n° 33  para Registro do Instalador de Sistemas de Gás Natural Veicular em Veículos Rodoviários Automotores.

      Sendo assim, recomendamos que as empresas interessadas nesse registro observem a referida Portaria/RTQ e, posteriormente, contate o representante da RBMLQ-I (Instituto de Pesos e Medidas) da UF na qual exista interesse em estabelecer as suas infraestruturas de prestação de serviços para mais esclarecimentos e implementação do processo de registro.

       Complementarmente, recomendamos que também seja observada a Portaria Inmetro n° 49, de 2010, que aprova o Regulamento Técnico da Qualidade (RTQ) n° 37 para Inspeção de Segurança Veicular de Veículos Rodoviários Automotores com Sistemas de Gás Natural Veicular.”
       

    • Conforme estabelecido no artigo 2° da Portaria Inmetro n° 91, de 2007, as instalações, substituições, retiradas e manutenções de sistemas de gás natural veicular devem ser realizadas somente por instaladores registrados no Inmetro, devendo ser observados os requisitos estabelecidos no  Regulamento Técnico da Qualidade n° 33 e  os requisitos estabelecidos no  Regulamento Técnico da Qualidade n° 37  para Inspeção de Veículos Rodoviários Automotores com Sistemas de Gás Natural Veicular.

      Conforme estabelecido no artigo 2° da Portaria Inmetro n° 104, 2006, após a retirada do kit GNV, o veículo rodoviário deverá ser submetido à inspeção de segurança veicular realizada por Organismo de Inspeção Acreditado pelo Inmetro.

      A relação dos Organismos de Inspeção Acreditados pelo Inmetro na área da segurança veicular, encontra-se disponível no site do Inmetro, no lado direito da tela, item Organismos de Certificação e de Inspeção Acreditados/item Segurança Veicular - OIA-SV.
       

    • O Inmetro não fiscaliza produtos comercializados em feiras-livres, mercados populares (camelôs) e por ambulantes. Esta fiscalização é realizada pela prefeitura da cidade.

      O Inmetro também não fiscaliza residências. Neste caso, é necessário buscar orientação junto à delegacia de policial do seu estado.
       

    • A lista dos organismos poderá ser obtida no link: http://www.inmetro.gov.br/organismos/resultado_consulta.asp

       

    • Os sistemas automáticos de fiscalização de trânsito (SAFT) podem ser do tipo metrológico (SAMFT) ou não metrológico (SAnMFT).

      O Sistema automático metrológico de Fiscalização de Trânsito (SAMFT), como o título define, registra as infrações de ordem metrológicas, por ex.: excessos de velocidade, peso e dimensões.

      Por outro lado, o Sistema Automático não metrológico de Fiscalização de Trânsito (SAnMFT), como assim denominados, fiscalizam infrações de ordem não metrológica, sendo todas aquelas em que não são efetuadas medições metrológicas, como por exemplo o avanço de sinal, circulações em faixa exclusiva e em horário proibido.

      Visando propiciar confiança no registro automático das infrações não metrológicas de trânsito, o Inmetro estabeleceu o processo de avaliação da conformidade, onde é prevista a avaliação da empresa e do produto, ou serviço. No caso de comprovação do cumprimento dos requisitos pertinentes, é emitido o Registro de Declaração do Fornecedor para os fabricantes do equipamento não metrológico.

      Durante o processo de avaliação da conformidade, a Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade do Inmetro (RBMLQ-I), integrada pelos Institutos de Pesos e Medidas (IPEMs), realiza auditorias documentais e de ensaios, nas quais são avaliadas as características técnicas dos equipamentos e a capacidade de produção seriada pelo fabricante.

      Deste modo, à época da homologação e concessão do registro do produto, o fornecedor, fabricante do equipamento, e os modelos homologados, estando conformes, são aprovados com base nos requisitos estabelecidos em Portaria(s) publicada(s) pelo Inmetro.

      Devido à caraterística não metrológica das infrações, uma vez que essas são do tipo binário (sim ou não), esses equipamentos não são passíveis de aferição, diferente dos equipamentos destinados à infrações metrológicas, que envolvem a verificação de medidas (comparação de medidas com seus respectivos padrões).

      Em adição, acreditamos que o contrato firmado entre órgão fiscalizador de trânsito, autoridade sobre a via e a empresa responsável pela instalação e/ou operação dos equipamentos, tenha previsto cláusulas para a manutenção periódica desses, e suas substituições, no caso da ocorrência de defeitos.

      Os sistemas automáticos não metrológicos de fiscalização de trânsito registrados no Inmetro podem ser consultados em: http://registro.inmetro.gov.br/consulta/

    • Atualmente, existem em  uso cilindros projetados e fabricados sob os requisitos de normas técnicas que previam, ou não, uma vida útil finita do cilindro, ou prazo de validade.

      Assim, cilindros  projetados e fabricados sob os requisitos técnicos da norma ABNT NBR 12790, da norma ISO 4705, ou da sua substitutiva norma ISO 9809-1, não possuem vida útil finita, ou prazo de validade. Desta forma, estes cilindros, mesmo com mais de 20 anos de fabricação, podem permanecer em serviço até que sejam reprovados, em ensaios e inspeções periódicas, realizados durante a requalificação do cilindro.

      Por outro lado, cilindros projetados e fabricados sob os requisitos técnicos da norma ABNT NBR NM ISO 11439, possuem um tempo de vida finita, ou prazo de validade, de 20 anos. Desta forma, no início do processo da realização da requalificação do cilindro, estes devem ser imediatamente reprovados, e retirados de serviço, se tiver sido atingida esta vida útil ou prazo.

    • A Portaria Inmetro nº 79/2011 fixou que, a partir de fevereiro de 2015, toda rede de fornecimento dos colchões e colchonetes de espuma, incluindo o comércio varejista, em lojas físicas e virtuais, já deve estar adequada ao regulamento. Isto significa que, a partir desta data, todo produto disponível à venda para os consumidores, em território nacional, deve estar registrado no Inmetro e ostentar o Selo de Identificação da Conformidade.

      As novas obrigatoriedades exigidas pela Portaria Inmetro nº 349/2015 também receberam prazos de adequação, o que não postergou, em nenhuma hipótese, a necessidade de obtenção do registro no Inmetro e ostentação do Selo de Identificação da Conformidade. Todos os prazos concedidos já expiraram. 

    • A lista dos produtos que possuem certificação compulsória encontra-se disponível no site do INMETRO no seguinte endereço: http://inmetro.gov.br/qualidade/rtepac/compulsorios.asp

    • Informamos que esta reclamação é recorrente, de modo que o Inmetro está revisando a regulamentação vigente. Além de modificar os critérios de classificação, que passam a considerar na etiqueta não apenas a eficiência energética, mas também critérios de centrifugação e lavagem e o consumo de água, estamos analisando a mudança de metodologia, que permitirá melhor tratamento das questões de lavagem e capacidade das lavadoras.

    • De acordo com o item 6.1.2.2 da portaria Inmetro n° 512, de 07 de novembro de 2016, é obrigatório o preenchimento do código de barras, quando existente, de todos os modelos e versões para os quais o registro está sendo solicitado.

    • Conforme Norma Específica e Regulamentação do INMETRO os cilindros de aço para GNV devem ser requalificados a cada 5 (CINCO) anos, processo chamado de requalificação ou reteste.
      Os cilindros devem ser requalificados através das Empresas requalificadoras certificadas pelo INMETRO, conforme Portaria INMETRO 308/2014.
      A lista das empresas requalificadoras de cilindro de GNV, encontra-se disponível no site do Inmetro: http://www.inmetro.gov.br/registrosobjetos/Default.aspx?pag=1.

    • Solicitamos verificar as Portarias do Inmetro nº 554 de 2015 onde constam todas as informações sobre o pedido de registro para unidade reformadora de pneus. Estas portarias encontram-se disponíveis através do link: http://www.inmetro.gov.br/legislacao/

      Já as portarias com a publicação dos registros através do sistema Orquestra no link:  http://www.inmetro.gov.br/qualidade/regObjetos.asp, na seção Publicidade do Registro no DOU

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