Inmetro: Brasil e Hungria assinam acordo de cooperação na área de acreditação de organismos

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e a Autoridade Nacional de Acreditação da Hungria (NAH) assinaram, na última terça-feira (08/10), um Memorando de Entendimento estabelecendo um acordo de cooperação entre os dois organismos nacionais de Acreditação dos respectivos países. A formalização da parceria ocorreu durante a V Reunião da Comissão Econômica Mista (Comista) Brasil-Hungria, encontro de aproximação política entre os dois países.

A presidente do Inmetro, Angela Flôres Furtado, e o representante da NAH, Sr. Miklós Devecz, assinaram o documento que prevê a troca de informações sobre instruções, procedimentos, políticas; questões relacionadas à acreditação de organismos de avaliação da conformidade; programas de formação e desenvolvimento de profissionais, por meio de intercâmbio entre especialistas; troca de experiências na adoção de normas internacionais no campo da Acreditação; identificação de áreas econômicas de interesse mútuo (políticas, critérios, procedimentos por meio de visitas mútuas, comparações interlaboratoriais e desenvolvimento de serviços), entre outras ações.

“Esse acordo é mais um passo em direção ao alinhamento do Inmetro às melhores práticas internacionais”, ressaltou Fábio Schmidt, Coordenador-Geral de Articulação Internacional do Inmetro.

O Inmetro e a NAH são os organismos nacionais de acreditação de Brasil e Hungria, respectivamente, e ambos são membros do International Laboratory Accreditation Cooperation (ILAC).

Em julho deste ano, representantes do NAH entraram em contato com Inmetro, por meio da Coordenação-Geral de Acreditação (CGCRE), com a proposta de estabelecer o acordo de cooperação.

NOTA

A ferramenta da acreditação garante confiabilidade ao sistema de avaliação da conformidade nacional. Os acordos internacionais da área fornecem condições para que os reguladores nacionais possam aceitar os resultados de testes, ensaios, certificações e inspeções realizados em outros países. Esta aceitação, quando ocorre, facilita sobremaneira os fluxos comerciais internacionais, uma vez que elimina a necessidade de duplicidades nestes procedimentos.