Inmetro sedia treinamento em métodos alternativos em parceria com a L’Óreal

Loreal

O Inmetro sediou um treinamento em Métodos Alternativos ao Uso de Animais em laboratórios, em parceria com a empresa Epskin Academy, do grupo L’Óreal, no último dia 7 de fevereiro.  A iniciativa faz parte de uma série de capacitações no âmbito da Rede Nacional de Métodos Alternativos ao Uso de Animais (RENAMA) e da plataforma de mesmo propósito no Mercosul, a PReMASUL.

Ao todo, 18 profissionais de todo o Brasil foram selecionados para o treinamento, muitos lotados em empresas e laboratórios prestadores de serviço que já lidam com tecnologias in vitro para avaliação de substâncias químicas. O curso abordou a utilização de córnea humana reconstituída (SkinEthicTM HCE) para atender a metodologia (TG 492) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

“Agradeço o Inmetro pela parceria de mais de três anos e por disponibilizar para esse evento uma ótima estrutura de laboratórios e o suporte de sua equipe. No Brasil, temos a sorte de ter esse canal com um instituto federal como o Inmetro, já alinhado à Indústria, regulação, etc.”, diz Christian Pellevoisin, diretor Científico da Epskin Internacional.

O CEO da Epskin Brasil, Rodrigo De Vecchio, ressaltou ainda a simbologia do evento acontecer dentro do Inmetro, “uma Instituição que é referência em confiança e tecnologia”. Falando em Tecnologia, o diretor da área do Inmetro, Raphael Machado, foi um dos convidados para a entrega dos certificados aos alunos, representando também o diretor de Metrologia Científica, Valnei Cunha. Machado pontuou a importância da interação cada vez maior com o setor produtivo, em matérias que gerem “mercado, crescimento e renda”.

Luciene Ballotin, pesquisadora do Inmetro, coordenadora da PReMASUL e representante do Inmetro na RENAMA, avaliou positivamente  o evento, previsto para ser repetido em 2021: “Este é um exemplo de parceria exitosa entre o setor público e privado. Esta ação conjunta com a Episkin permitiu o treinamento em uma metodologia nova ainda no Brasil, mas que será exigida a partir de 2021 para avaliar a segurança de substâncias químicas quanto ao potencial de irritação ocular”.